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Wiki modificadas recientemente September 21, 2020 por facilitfsm


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PT_ES_FR_EN_Relatorio_Informe_Report_Rapport_12-09.pdf  


 

 PT/ES/FR/EN

  • SÍNTESE DA REUNIÃO DO CI COM ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS
  • RESUMEN DE LA REUNIÓN DEL CI CON LAS ORGANIZACIONES INTERNACIONALES
  • SYNTHÈSE DE LA REUNION DU CI AVEC LES ORGANISATIONS INTERNATIONALES
  • SUMMARY OF THE IC MEETING WITH INTERNATIONAL MOVEMENTS

     @1  Rosa  - @2 poema - @3 Hamouda - @4 Hector - @5 Meena- @6 Alejandra - @7 Ashish - @8 Nilton- @9 Cesare- @10 Leticia- @11 Varsha- @12 Maren - @13 Barry- @14 Leo - @15 Maria- @16 Andre- @17 Pierre - @18 Neringa- @19 Athena - @20 Francine- @21 Maduresh- @22 - Mike- @23 Roberto - @24 José - @25 Dottie - @26 Armando - @27 Ernesto- @28 Selenir- @29 Flora- @30 Gustave- @31 Betsy- @32 Mamadou- @33 Gautam - @34 Gina - @35 Kinchi- @36 Hamouda - @37 Kandis- @38 Maria Elena- @39 Tord- @40 Fabiana- @41 Mireille- @42A Jason/maria(por chat) - @42 Meena @43 Hector - @44EN Rita realtoria  @44ES Rita - @44FR Rita - @44BEN Pierre categorizacion - @44BES Pierre - 44BFR Pierre - @45 Hector - @46 Hamouda - @47 Rosy - @48 Hamouda - @49 Hector - @50 Rosy -

    Lista de 80 participantes  

     

    SÍNTESE DA REUNIÃO DO CI COM ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS – 12/09/2020

    ·      A reunião do CI com um grupo restrito de movimentos e organizações internacionais ocorreu de forma virtual no dia 12 de setembro de 2020, com duração de 3h. Teve uma presença expressiva de 84 representantes de cerca de 40 organizações e movimentos oriundos de todos os continentes.

    ·      A pandemia nos desafia a todas e todos por colocar xeque em o sistema capitalista e evidenciar as desigualdades tão escancaradas. A pandemia não é uma luta em si, não é a causa de tudo, mas uma nova crise que abrange todas as outras, uma crise do modelo, com uma situação do mundo caótica, cuja gravidade é decorrência de todas as outras dimensões da crise contra as quais o processo FSM se articula há 20 anos. O momento exige posicionamentos e ações consequentes.


    1) Solidariedade global e internacionalismo

    • ·      Todos entendem a importância, a necessidade e a oportunidade deste diálogo, reconhecendo o papel e possibilidades do FSM de contribuir de fato para a articulação das lutas sociais e das resistências e para transformações.
    • ·      A solidariedade entre as lutas foi recorrente nas falas e resulta da necessidade que todos/as sentem de não atuar sozinhos/as, com mais articulação, alianças, coordenação, ações conjuntas, - palavras bastante empregadas no debate, entre outras de sentido semelhante. Em temas citados como  Justiça global e ambiental, mulheres, racismo e reparações, trabalho e exploração, extrativismo, migrações, guerras e apartheids, controle financeiro,  dívida, colonialismo, pandemia, entre outros. Também foi mencionada a importancia dos eventos presenciais  para solidariedade entre as lutas
    • ·      Algumas falas apontaram que o processo FSM deve estimular o debate sobre um novo internacionalismo. Pode ajudar no surgimento de um novo contrato social, que seja inclusivo, pautado pelos direitos humanos e ambientais eA que privilegia a proteção social.
    • ·      Que o diálogo social global deve prosseguir e integrar novos movimentos, inclusive das juventudes. É preciso reconhecer, no processo FSM, a existência de novas lutas, movimentos, e também   o seu papel em meio às diferentes lutas. As propostas apontam para a necessidade de um novo FSM ou  uma nova dinâmica.
    • ·      Foi sugerido ainda a realização de um mapeamento das lutas no mundo, que enfrentam as pandemias da covid-19 e do capitalismo.

    2) Incidência política

    • ·      As expectativas apontam para um desafio nunca resolvido da estratégia no FSM para a Incidência política, que se aprofunda frente a dois temas também bastante comuns - O avanço da extrema direita no mundo e os ataques às democracias, seriamente ameaçadas.
    • ·      A Incidência política, como um passo a ser dado no processo FSM e com os mecanismos democráticos necessários, também foi lembrada pela expressão “sujeito político”, como um papel a ser construído no processo
    • ·      Em falas diferentes o FSM foi tratado como processo, espaço ou ator, ou que é preciso tornar o processo mais claro.
    • ·      A incidência política é incompatível com a invisibilidade do processo. Mas a solução para que as lutas se tornem visíveis, - a comunicação -  também é política. Tornar visível  envolve a capacidade de fazer alianças.

    3) Apoio às lutas

    • ·      Algumas falas enfatizaram que o  FSM deve ser motor de mobilização, e não apenas lugar ou espaço para o qual os movimentos se mobilizam. Não se trata apenas dos movimentos encontrarem formas de desenvolver e reforçar suas lutas através do FSM: o FSM deve ser um processo que vá mais ao encontro das lutas, no sentido de apoiá-las. É necessário mais ajuda/apoio, solidariedade e cooperação.
    • ·      Situações específicas pedem articulações globais, como no caso da Palestina. Esse papel deve ser estimulado pelo CI. Nesse sentido, o CI do FSM deve não só divulgar, mas apoiar lutas determinadas.  A expressão da solidariedade deve ser transformada em ações.

    4) Estratégias e ações comuns

    • ·      A articulação deve ir além do que se fez no FSM até então.  O processo deve ajudar a conectar mas também a construir lutas em conjunto, a identificar ações e agendas comuns, estimular campanhas.
    • ·      A construção de estratégias  passa pela definição de prioridades e de algumas ações, mas preservando a diversidade dos movimentos. No contexto emergencial provocado pela pandemia, foi sugerida a definição de ações comuns prioritárias para execução em um período curto de alguns meses.

    5) CI

    • ·      As fragilidades do Conselho Internacional precisam ser enfrentadas. É preciso avaliar suas limitações no processo de revitalização do processo, sua metodologia pesada de reuniões, suas dificuldades em tomar e encaminhar decisões.
    • ·      Frente às limitações para mobilizar forças dinâmicas em várias regiões, houve uma sugestão de regionalização das facilitações e das articulações, e até das estratégias de intervenção.
    • ·      Devem ser aprofundadas estratégias globais e regionais. Nesse sentido, foi sugerida a realização de assembleias regionais com definição de estratégias regionais, que podem ser enviadas ao CI, como base para definição de estratégias globais. Esse debate sobre estratégias pode apoiar-se também sobre os fóruns temáticos e regionais.
    • ·      Foi sugerida a possibilidade de implementação de novos formatos de participação, articulação e comunicação, com ferramentas mais acessíveis e interativas.
    • ·      Sobre questões de posicionamento, as opiniões não são unânimes. Por exemplo, as posições políticas cabem ao CI ou a seus membros?
    • ·      As tarefas práticas do CI deveriam incluir mapeamentos - movimentos ativos, lutas e alternativas sendo construídas e ferramentas de comunicação, como um website.
    • A composição do CI e suas regras também foram questionadas. O CI deveria ser cada vez mais o reflexo da diversidade e envolver regras para a representação de gênero.  

     

     

    ES RESUMEN DE LA REUNIÓN DEL CI CON LAS ORGANIZACIONES INTERNACIONALES - 12/09/2020 -

    La reunión del CI con un grupo restringido de movimientos y organizaciones internacionales tuvo lugar de forma virtual el 12 de septiembre de 2020, con una duración de 3h. Asistieron 84 representantes de unas 40 organizaciones y movimientos de todos los continentes (29 paises).

    - La pandemia nos desafía a todos a poner un freno al sistema capitalista y a evidenciar las desigualdades tan abiertas. La pandemia no es una lucha en sí misma, no es la causa de todo, sino una nueva crisis que abarca todas las demás, una crisis del modelo, con una situación del mundo caótico, cuya gravedad es consecuencia de todas las demás dimensiones de la crisis contra las que se ha articulado el proceso del FSM durante 20 años. El momento exige posiciones y acciones consecuentes.

    1) Solidaridad global e internacionalismo

    - Todos comprenden la importancia, la necesidad y la oportunidad de este diálogo, reconociendo el papel y las posibilidades del FSM de contribuir eficazmente a la articulación de las luchas sociales y la resistencia y la transformación.

    - La solidaridad entre las luchas ha sido recurrente en los discursos y resulta de la necesidad que todos/as sienten de no actuar solos/as, con más articulación, alianzas, coordinación, acciones conjuntas, - palabras que se usan a menudo en el debate, entre otras de significado similar. En temas citados como la justicia global y ambiental, la mujer, el racismo y las reparaciones, el trabajo y la explotación, el extractivismo, las migraciones, las guerras y el apartheid, el control financiero, la deuda, el colonialismo, la pandemia, entre otros. También se mencionó la importancia de los eventos presenciales para la solidaridad entre las luchas.

    - Algunos oradores señalaron que el proceso del Foro Social Mundial debería estimular el debate sobre un nuevo internacionalismo. Puede ayudar a la aparición de un nuevo contrato social, que es inclusivo, basado en los derechos humanos y ambientales y que privilegia la protección social.

    - Que el diálogo social global debe continuar e integrar nuevos movimientos, incluyendo a los jóvenes. Es necesario reconocer, en el proceso del FSM, la existencia de nuevas luchas, movimientos, y también su papel en medio de las diferentes luchas. Las propuestas apuntan a la necesidad de un nuevo FSM o una nueva dinámica.

    - También se sugirió que se realizara un mapeo de las luchas en el mundo, que se enfrentan a las pandemias del covid-19 y el capitalismo.

    2) Incidencia política

    - Las expectativas apuntan a un desafío nunca resuelto de la estrategia del FSM de Incidencia Política, que se profundiza ante dos temas también bastante comunes: el avance de la extrema derecha en el mundo y los ataques a las democracias, que están seriamente amenazados.

    - La Incidencia Política, como paso a dar en el proceso del FSM y con los mecanismos democráticos necesarios, también fue recordada por la expresión "sujeto político", como un papel a construir en el proceso

    - De diferentes maneras el FSM fue tratado como un proceso, espacio o actor, o que el proceso debe ser más nítido.

    - La incidencia política es incompatible con la invisibilidad del proceso. Pero la solución para que las luchas se hagan visibles, - la comunicación - también es política. Hacerse visible implica la capacidad de hacer alianzas.

    3) Apoyar las luchas

    - Algunos oradores subrayaron que el Foro Mundial sobre la Sociedad de la Información debía ser una fuerza movilizadora, y no sólo un lugar o espacio para que se movilizaran los movimientos. No se trata sólo de que los movimientos encuentren formas de desarrollar y fortalecer sus luchas a través del FSM: el FSM debe ser un proceso más acorde con las luchas, en el sentido de apoyarlas. Se necesita más ayuda/apoyo, solidaridad y cooperación.

    - Las situaciones específicas requieren articulaciones globales, como en el caso de Palestina. Este papel debe ser estimulado por el CI. En este sentido, el CI del FSM no sólo debe dar a conocer, sino también apoyar las luchas decididas. La expresión de la solidaridad debe transformarse en acción.

    4) Estrategias y acciones comunes

    - La articulación debe ir más allá de lo que se hizo en el FSM hasta entonces. El proceso debería ayudar a conectar pero también a crear luchas conjuntas, a identificar acciones y programas comunes, a estimular las campañas.

    - La construcción de estrategias implica la definición de prioridades y algunas acciones, pero preservando la diversidad de los movimientos. En el contexto de la emergencia causada por la pandemia, se sugirió la definición de medidas prioritarias comunes que se aplicarían en un breve período de unos pocos meses.

    5) CI

    - Es necesario abordar las debilidades del Consejo Internacional. Es necesario evaluar sus limitaciones en el proceso de revitalización del proceso, su pesada metodología de reuniones, sus dificultades para tomar y transmitir decisiones.

    - Ante las limitaciones para movilizar fuerzas dinámicas en diversas regiones, se sugirió regionalizar las facilidades y articulaciones, e incluso las estrategias de intervención.

    - Se deben profundizar las estrategias mundiales y regionales. En este sentido, se sugirió celebrar asambleas regionales con la definición de estrategias regionales, que podrían enviar los resultados al CI como base para la definición de estrategias mundiales. Este debate sobre las estrategias también puede basarse en los foros temáticos y regionales.

    - Se sugirió la posibilidad de aplicar nuevos formatos de participación, articulación e comunicación con instrumentos más accesibles e interactivos.

    - En cuestiones de posicionamiento, las opiniones no son unánimes. Por ejemplo, ¿son las posiciones políticas del CI o de sus miembros?

    - Las tareas prácticas del CI deberían incluir la elaboración de mapas: movimientos activos, luchas y alternativas que se están construyendo y herramientas de comunicación como un sitio web.

    - También se cuestionó la composición del CI y sus reglas. El CI debería reflejar cada vez más la diversidad e incluir normas para la representación de los géneros.

     

    FR SYNTHÈSE DE LA REUNION DU CI AVEC LES ORGANISATIONS INTERNATIONALES - 12/09/2020

    - La réunion de la CI avec un groupe restreint de mouvements et d'organisations internationales s'est déroulée de manière virtuelle le 12 septembre 2020, durant 3h. Elle a réuni 84 représentants d'une quarantaine d'organisations et de mouvements de tous les continents (29 pays).

    - La pandémie nous place tou-te-s face au défi de mettre un frein au système capitaliste et de mettre en évidence les inégalités si flagrantes. La pandémie n'est pas une lutte en soi, elle n'est pas la cause de tout, mais une nouvelle crise qui englobe toutes les autres, une crise du modèle, avec une situation du monde chaotique, dont la gravité est la conséquence de toutes les autres dimensions de la crise contre laquelle le processus du FSM s'articule depuis 20 ans. Le moment exige des positions et des actions conséquentes.

    1) Solidarité mondiale et internationalisme

    - Chacun comprend l'importance, la nécessité et l'opportunité de ce dialogue, en reconnaissant le rôle et les possibilités du FSM pour contribuer efficacement à l'articulation des luttes et des résistances sociales et à la transformation.

    - La solidarité entre les luttes a été récurrente dans les discours et résulte du besoin que tous-te-s ressentent de ne pas agir seul-e-s, avec plus d'articulation, d'alliances, de coordination, d'actions communes, - mots souvent utilisés dans le débat, avec d´autres de sens similaire. Dans les thèmes cités comme la justice mondiale et environnementale, les femmes, le racisme et les réparations, le travail et l'exploitation, l'extractivisme, les migrations, les guerres et l'apartheid, le contrôle financier, la dette, le colonialisme, la pandémie, entre autres. Il a également été mentionné l'importance des événements en présence pour la solidarité entre les luttes.

    - Certaines interventions soulignent que le processus du FSM devrait stimuler le débat sur un nouvel internationalisme. Elle peut contribuer à l'émergence d'un nouveau contrat social, qui soit inclusif, fondé sur les droits humains et de l'environnement et qui privilégie la protection sociale.

    - Que le dialogue social mondial doit se poursuivre et intégrer de nouveaux mouvements, y compris les jeunes. Il est nécessaire de reconnaître, dans le processus du FSM, l'existence de nouvelles luttes, de nouveaux mouvements, et aussi leur rôle au sein des différentes luttes. Les propositions soulignent la nécessité d'un nouveau FSM ou d'une nouvelle dynamique.

    - Il a également été suggéré de réaliser une cartographie des luttes dans le monde, qui font face aux pandémies de la COVID-19 et du capitalisme.

    2) Influence politique / plaidoyer

    - Les attentes indiquent un défi jamais résolu de la stratégie au FSM en termes de plaidoyer et d´influence politique, qui s'approfondit face à deux thèmes qui sont aussi assez communs - l'avancée de l'extrême droite dans le monde et les attaques contre les démocraties, qui sont sérieusement menacées.

    - L'influence politique, en tant qu'étape à franchir dans le processus du FSM et avec les mécanismes démocratiques nécessaires, a également été rappelée par l'expression "sujet politique", comme un rôle à construire dans le processus.

    - Selon les interventions, le FSM a été traité comme un processus, un espace ou un acteur, et le processus doit être rendu plus explicite.

    - L'incidence politique est incompatible avec l'invisibilité du processus. Mais la solution pour que les luttes deviennent visibles, - la communication - est aussi politique. Rendre visible implique la capacité à conclure des alliances.

    3) Soutenir les luttes

    - Certains intervenants ont souligné que le FSM devrait être une force mobilisatrice, et pas seulement un lieu ou un espace pour lequel les mouvements se mobilisent. Il ne s'agit pas seulement pour les mouvements de trouver des moyens de développer et de renforcer leurs luttes par le biais du FSM : le FSM doit être un processus plus en phase avec les luttes, dans le sens où il les soutient. Il faut davantage d'aide et de soutien, de solidarité et de coopération.

    - Des situations spécifiques demandent des articulations globales, comme dans le cas de la Palestine. Ce rôle doit être stimulé par le CI. En ce sens, le CI du FSM doit non seulement faire connaître, mais aussi soutenir les luttes déterminées. L'expression de la solidarité doit se transformer en action.

    4) Stratégies et actions communes

    - L'articulation doit aller au-delà de ce qui a été fait au FSM jusqu'alors. Le processus devrait permettre de créer des liens mais aussi de construire des combats ensemble, d'identifier des actions et des programmes communs, de stimuler des campagnes.

    - La construction de stratégies passe par la définition de priorités et de certaines actions, tout en préservant la diversité des mouvements. Dans le contexte d'urgence provoqué par la pandémie, il a été suggéré de définir des actions prioritaires communes à mettre en œuvre dans un court délai de quelques mois.

    5) CI

    - Il faut remédier aux faiblesses du Conseil international. Il est nécessaire d'évaluer ses limites dans le processus de revitalisation du processus, sa méthodologie pesante de réunions, ses difficultés à prendre et à faire suivre des décisions.

    - Face aux limites de la mobilisation des forces dynamiques dans diverses régions, il a été suggéré de régionaliser les processus de facilitation et les articulations, voire les stratégies d'intervention.

    - Les stratégies mondiales et régionales devraient être approfondies. En ce sens, il a été suggéré de tenir des assemblées régionales avec la définition de stratégies régionales, qui pourraient être envoyées au CI comme base pour la définition de stratégies globales. Ce débat sur les stratégies peut également s'appuyer sur les forums thématiques et régionaux.

    - Il a été suggéré de mettre en œuvre de nouveaux formats de participation, d´articulation et de communication, avec des outils plus accessibles et interactifs.

    - Sur les questions de positionnement, les avis ne sont pas unanimes. Par exemple, les positions politiques incombent au CI ou à ses membres ? - Les tâches pratiques du CI devraient inclure des cartographies - de mouvements actifs, de luttes et alternatives en cours de construction - et des outils de communication, comme par exemple un site web.

    - La composition du CI et ses règles ont également été remises en question. Le CI devrait refléter davantage la diversité et inclure des critères de genre en termes de représentation.

     

    EN SUMMARY OF THE IC MEETING WITH INTERNATIONAL MOVEMENTS - 12/09/2020

    - The IC meeting with a small group of international movements and organisations took place in virtual form on 12 September 2020, taking place over 3 hours. It was attended by 84 representatives of some 40 organisations and movements from all continents (29 countries).

    - The pandemic challenges us all to put a check on the capitalist system and to highlight the inequalities so wide open. The pandemic is not a struggle in itself, it is not the cause of everything, but a new crisis that covers all the others, a crisis of the model, with a chaotic situation of the world, resulting from all the other dimensions of the crisis in which the WSF process has been engaged for 20 years. The moment demands positions and consequent actions.

    1) Global solidarity and internationalism

    - Everyone understands the importance, necessity and timeliness of this dialogue, recognizing the role and possibilities of the WSF to contribute effectively to the articulation of social struggles and resistance and to transformation.

    - Solidarity between the struggles has been recurrent in the speeches and results from the need that all feel not to act alone, with more articulation, alliances, coordination, joint actions, - words often used in the debate, among others of similar meaning. In themes cited as global and environmental justice, women, racism and reparations, work and exploitation, extractivism, migrations, wars and apartheid, financial control, debt, colonialism, pandemic, among others. Also mentioned was the importance of face-to-face events for solidarity among the struggles

    - Some speakers pointed out that the WSF process should stimulate the debate on a new internationalism. It can help the emergence of a new social contract, which is inclusive, based on human and environmental rights and which privileges social protection.

    - That the global social dialogue should continue and integrate new movements, including youth. The existence of new struggles, movements, and also their role in the midst of different struggles must be recognized in the WSF process. The proposals point to the need for a new WSF or a new dynamic.

    - It was also suggested to carry out a mapping of the struggles in the world, which face the pandemics of covid-19 and capitalism.

    2) Policy impact

    - Expectations point to a never-solved challenge of the strategy in the WSF for political incidence, which deepens in the face of two themes also quite common - the advance of the extreme right in the world and the attacks on democracies, which are seriously threatened.

    - Political advocacy, as a step to be taken in the WSF process and with the necessary democratic mechanisms, was also remembered by the expression "political subject", as a role to be built in the process

    - In different ways the WSF has been treated as a process, space or actor, or that the process needs to be made more explicit.

    - The political incidence is incompatible with the invisibility of the process. But the solution to make struggles visible, - communication - is also political. Making visible involves the ability to make alliances.

    3) Supporting struggles

    - Some speakers emphasized that the WSF should be a mobilizing force, and not just a place or space for which the movements mobilize. It is not just a question of the movements finding ways to develop and strengthen their struggles through the WSF: the WSF must be a process that is more in line with the struggles, in order to support them. More help/support, solidarity and cooperation is needed.

    - Specific situations call for global articulations, as in the case of Palestine. This role should be encouraged by the IC. In this sense, the WSF IC must not only publicise, but support determined struggles. The expression of solidarity must be transformed into action.

    4) Common strategies and actions

    - The articulation must go beyond what has been done in the WSF so far. The process should help to connect but also to build struggles together, to identify common actions and agendas, to stimulate campaigns.

    - The construction of strategies involves defining priorities and some actions, but preserving the diversity of movements. In the emergency context caused by the pandemic, it has been suggested that priority common actions be defined for implementation within a short period of a few months.

    5) IC

    - The weaknesses of the International Council need to be addressed. Its limitations in the process of revitalizing the process, its heavy methodology of meetings, its difficulties in taking and forwarding decisions need to be assessed.

    - Faced with the limitations to mobilize dynamic forces in various regions, there was a suggestion of regionalisation of facilitations and articulations, and even of intervention strategies.

    - Global and regional strategies should be deepened. In this sense, it was suggested that regional assemblies be held with the definition of regional strategies, which can be sent to the IC, as a basis for defining global strategies. This debate on strategies can also be based on the thematic and regional forums.

    - It was suggested to implement new participation, articulation and comunication formats, with more accessible and interactive tools.

    - On positioning issues, opinions are not unanimous. For example, are the policy positions of the IC or its members?

    - The practical tasks of the IC should include mapping - active movements, struggles and alternatives being built and communication tools such as a website.

    - The composition of the IC and its rules were also questioned. The IC should increasingly reflect diversity and involve rules for gender representation.

     

    PARTICIPANTES – CI FSM & Movimentos- 12/09/2020 Nome País/região Organização

    1. Kamel  DZ RAJ
    2. Maria Elena AR CADTM (Comité para la Abolición de la Deudas Ilegítimas )
    3. Carolina  AR EMMP
    4. Andrés  AR Encuentro Internacional Economía de lxs Trabajadorxs
    5. Norma AR UPMS
    6. Leo  AT Euromarches
    7. Mónica  BO REPEM / Coordinadora de la Mujer
    8. Carlos BR Ciranda de Comunicação
    9. Salete  BR Clacso
    10. chico BR comissão brsileira Justiçe e PAZ
    11. maria do socorro  BR conselho Mundial da Paz
    12.  Liege  BR FDIM
    13. Albert BR FME
    14. Selenir  BR Fórum Mundial de Teologia e Libertação/FMTL
    15. Fabiana  Alves BR Greenpeace
    16. Thiago  BR Greenpeace Brasil Nilton Freitas BR ICM
    17. Oded  BR ICS and Oxfam Brasil
    18. Beatriz  BR Universidade Federal do Rio de Janeiro
    19. Damien BR Vida Brasil - Coletivo Baiano do FSM
    20. LUIZ  BR WFTLFMTL (Forum Mundial de Teologia e Libertação)
    21. Armando  BR WSFHSS HEALTH AND SOCIAL SECURITY
    22. Carminda CA CTSM/FSM2016
    23. Ronald  CA International Council for Adult Education – ICAE
    24. Laëtitia CA Katalizo
    25. Philippe  CA Katalizo
    26. Matt  CO Progressive International
    27. Flora  ES DAWN
    28. Maria  ES REAS Red de Redes
    29. MIREILLE  US FRANTZ FANON FOUNDATION
    30. Franco  US GTA
    31. roberto US Inter Press Service
    32. Matt US International Peace Research Association
    33. NICHOLAS  US Ronin Institute
    34. John  US Transition US
    35. Christopher  US university of california-riverside
    36. Alberto  US via campesina México
    37. Bonn  PH Academic
    38. Teivo T FI NIGD
    39. Marko  FI Vasudhaiva Kutumbakam Network
    40. Isabelle FR ATTAC FRANCE
    41. Mamadou Niang FR CGTM
    42. Catherine Gaudard FR CRID
    43. gustave  FR CRID
    44. Madhuresh  FR NAPM
    45. Pierre FR Caritas 
    46. Maite  GT Red Mujer y Habitat Ameria Latina y Caribe
    47. D Raghu IN All India Peoples Science Network
    48. AVIJIT  IN all india union of forest working people, India
    49. Ashish  IN Global Tapestry of Alternatives
    50. Gautam  IN New Trade Union Initiative
    51. Varsha  IN Progressive International
    52. Chandan  IN Working Peoples' Charter Network
    53. Paco  IT Collettivo FocusPuller wsftv
    54. Cesare  - IAI global coordinator IT International Alliance of Inhabitants
    55. Jason  IT RIPESS
    56. Nora  IT Terra Nuova
    57. Neringa  LT UNITED for Intercultural Action
    58. Betsy  MX Centro para la Justicia Global
    59. Francine  MX CETRI
    60. Leticia  MX CLETA UNAM
    61. JOSE MX CSA STUNAM
    62. Alessia  MX Kurdish Network
    63. Ole  NO Norwegian Social Forum
    64. Maren  PS BNC / Stop the Wall
    65. Ernesto  PA ICM-BWI
    66. Gina  PE Articulacion Feminista Marcosur
    67. Kin Chi  HK Global University for Sustainability
    68. Claudia  GB Campaña por un Currículum Global de la Economía Social Solidaria
    69. Barry  GB Globalizations journal
    70. Ana Cecilia  GB GTA
    71. mike  GB IAI
    72. Giuseppe  GB Network Institute for Global Democratization
    73. Miroslav  CZ Prague Spring 2
    74. Patrick  ZA University of the Western Cape
    75. Athena  CH WCC
    76. Azril  SE Friends of the Earth
    77. Vasna  SE Global Tapestry of Alternatives
    78. Tord  SE Vasudhaiva Kutumbakam
    79. Kandis TT OWTU
    80. Alejandra  UY Dawn
    81. Rosa MX CEAAL