Participate in The People’s Summit for Social and Environmental Justice during Rio+20

 

The bourgeois hegemony (accumulation of capital to capital, or the primacy of the financial system without social control) is mainly a cultural phenomenon. It involves education on obedience, is imposed on the domestication of the subaltern classes. The WSF and The People’s Summit for Social and Environmental Justice during Rio+20 are a form of opposition to this state of things.

Any social organization or social movement. We also welcome any group or citizen that identify with the principles presented in our Global Call.

The People’s Summit for Social and Environmental Justice during Rio+20

Cúpula dos Povos: entre 15 e 23 de junho, em defesa dos bens comuns

Jacob (J.) Lumier – membro do grupo facebook “GT Rio – Comitê Facilitador Rio+20?

  Texto de André Gorz de 2007, reproduzido aqui por Jacob (J.) Lumier

Ce qui importe pour le moment, c’est que la principale force productive et la principale source de rentes tombent progressivement dans le domaine public et tendent vers la gratuité ; que la propriété privée des moyens de production et donc le monopole de l’offre deviennent progressivement impossibles ; que par conséquent l’emprise du capital sur la consommation se relâche et que celle-ci peut tendre à s’émanciper de l’offre marchande. Il s’agit là d’une rupture qui mine le capitalisme à sa base. La lutte engagée entre les logiciels propriétaires et les logiciels libres (libre, free, est aussi l’équivalent anglais de gratuit) a été le coup d’envoi du conflit central de l’époque. Il s’étend et se prolonge dans la lutte contre la marchandisation de richesses premières - la terre, les semences, le génome, les biens culturels, les savoirs et compétences communs, constitutifs de la culture du quotidien et qui sont les préalables de l’existence d’une société. De la tournure que prendra cette lutte dépend la forme civilisée ou barbare que prendra la sortie du capitalisme.

Cette sortie implique nécessairement que nous nous émanciperons de l’emprise qu’exerce le capital sur la consommation et de son monopole des moyens de production. Elle signifie l’unité rétablie du sujet de la production et du sujet de la consommation et donc l’autonomie retrouvée dans la définition de nos besoins et de leur mode de satisfaction. L’obstacle insurmontable que le capitalisme avait dressé sur cette voie était la nature même des moyens de production qu’il avait mis en place : ils constituait une mégamachine dont tous étaient les serviteurs et qui nous dictait les fins à poursuivre et la vie a mener. Cette période tire à sa fin. Les moyens d’autoproduction high-tech rendent la mégamachine industrielle virtuellement obsolète. Claudio Prado invoque l’appropriation des technologies parce que la clé commune de toutes, l’informatique, est appropriable par tous. Parce que, comme le demandait Ivan Illich, chacun peut l’utiliser sans difficulté aussi souvent ou aussi rarement qu’il le désire… sans que l’usage qu’il en fait empiète sur le liberté d’autrui d’en faire autant ; et parce que cet usage (il s’agit de la définition illichienne des outils conviviaux) stimule l’accomplissement personnel et élargit l’autonomie de tous. La définition que Pekka Himanen donne de l’Ethique Hacker est très voisine : un mode de vie qui met au premier rang les joies de l’amitié, de l’amour, de la libre coopération et de la créativité personnelle.

 Leia mais: Un autre monde est possible

 

 “La sortie du capitalisme a déjà commencé”

A ideia defendida pelo Brasil de que as medidas cautelares emitidas pela CIDH teriam apenas caráter recomendatório revela uma posição que deve ser esclarecida e questionada.

Preocupam notícias veiculadas no Jornal o Estado de São Paulo (quatro de dezembro de 2011) de que o Brasil teria deixado de pagar em 2011 sua quota anual à OEA.

O Brasil deve cumprir suas obrigações orçamentárias e preservar a autonomia e independência da Comissão Interamericana dos Direitos Humanos - CIDH. Para o funcionamento eficaz do sistema Interamericano dos Direitos Humanos, é fundamental que a Comissão também tenha recursos suficientes para seu mandato de proteção.

A ideia defendida pelo Brasil de que as medidas cautelares emitidas pela CIDH teriam apenas caráter recomendatório revela uma posição que deve ser esclarecida e questionada.

A CIDH não pode ser reduzida a uma dimensão apenas técnica ou consultiva. Ela desempenha um papel fundamental na proteção das vítimas de violações de direitos humanos e deve ter sua independência garantida, mesmo quando suas recomendações contrariem os interesses dos Estados.

Situações de urgência exigem medidas cautelares e a competência da CIDH em emiti-las deve ser fortalecida.

Ao examinar casos individuais e emitir recomendações, a CIDH realiza conjuntamente uma tarefa de promoção dos direitos humanos. Isto porque é em razão de suas recomendações que a CIDH estabelece padrões internacionais de proteção aos direitos humanos que, quando implementados pelos Estados, garantem a difusão regional de uma cultura de direitos humanos.

A função da CIDH compreende as atividades de promoção e de tutela das vítimas e reparação das violações de direitos humanos. A função de proteção exercida pela CIDH, por meio da resolução de casos, é essencial para salvaguardar os direitos humanos na região. Longe de obstaculizá-la, o trabalho de proteção realizado atualmente contempla e informa a função de promoção.

A autonomia para decidir sobre a destinação dos seus próprios recursos é crucial para a atuação eficaz da CIDH em defesa dos direitos humanos na região.

Neste sentido, para que seja garantida a sustentabilidade da CIDH, com a garantia de que desenvolva suas atividades de maneira eficaz é necessário que os Estados se comprometam com o adequado financiamento das atividades da CIDH, de maneira equilibrada no que tange suas atividades de promoção e proteção igualmente. A contribuição financeira regular dos Estados e a autonomia da CIDH para gerir seu próprio orçamento são pontos fundamentais para resguardar a independência e a efetividade do Sistema Interamericano de Direitos Humanos.

A ONG internacional de direitos humanos Conectas (link < http://www.conectas.org/institucion… > manifestou no último dia três de janeiro de 2012 sua preocupação tendo solicitado, no dia 23 de dezembro de 2011, audiência à Secretaria Geral da Presidência da República, à Secretaria de Direitos Humanos e ao Itamaraty.

A intenção é pedir esclarecimentos ao governo brasileiro sobre posições que vem adotando no Grupo de Trabalho Especial criado para fortalecer o sistema, especialmente no que diz respeito ao fortalecimento da Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Rio de Janeiro, Quatro de Janeiro de 2012 Jacob (J.) Lumier

Fonte Ciranda

 

Notícias

02.08.2011

Registre uma atividade no Alter-Fórum contra o G20



Caros amigos,

O G20 irá acontecer nos dias 3 e 4 de novembro, em Cannes (França), e os preparativos estão progredindo para que o Alter-Fórum aconteça em Nice (França), dos dias 1o a 4 de novembro.

Esse Alter-Fórum será bem-sucedido apenas se houver uma enorme mobilização ao redor do mundo para torná-lo um grande evento. Por isso, nós fazemos um chamado a todos os grupos da sociedade civil, movimentos sociais, ONGs e sindicatos para tomarem a iniciativa de organizar um ou mais eventos durante o Alter-Fórum.

O Alter-Fórum Primeiro as Pessoas, Não as Finanças será organizado ao redor de seis temas, simbolizados por slogans. Nós propomos a vocês os seguintes temas e slogans, mas os slogans em Inglês ainda precisam ser discutidos com grupo não-Franceses para poderem ser finalizados.

1. Stop austerity, end inequality (”Parem a austeridade, um fim à desigualdade”) (austeridade, emprego, direitos sociais, bem-estar, dívida)

2. The people, not the market (”As pessoas, não o mercado”) (regulamentação financeira e dívida)

3. Change the system, not the planet (”Mudem os sistema, não o planeta”) (meio ambiente, desenvolvimento)

4. Don’t gamble with our food (”Não joguem com a nossa comida”) (agricultura, alimentos)

5. Indignados, Rebels, Solidarity (”Indignados, Rebeldes, Solidariedade”) (democracia, lutas na região do Mediterrâneo, direitos humanos)

6. They’re 20, we’re billions (”Eles são 20, nós somos bilhões”) (governança global)

Diversas atividades serão organizadas pela Coalização Francesa G8G20 2011:

- um protesto em 1o de novembro, seguido por uma reunião pública aberta para as pessoas tomarem a palavra, e um show se nós arrecadarmos fundos suficientes.

- uma conferência de imprensa no dia 4 de novembro, ao final do Alter-Fórum e da Cúpula do G20. Nós estamos vendo as possibilidades de realizá-la em Cannes.

- talvez um evento simbólico, ainda a ser definido, durante o protesto ou a reunião pública.

Nos dias 2 e 3 de novembro, conferências, debates, mesas redondas, conferências de imprensa podem ser organizadas em Nice por grupos nacionais e internacionais que se voluntariem para tanto. A Coalização Francesa reunirá todas as atividades inscritas em um programa unificado e consistente. Se necessário, a Coalização Francesa também ajudará na busca por salas e materiais de tradução para os eventos. O custo destes eventos, no entanto, serão de responsabilidade dos grupos propondo as atividades.

Portanto, nós pedimos aos grupos que tenham interesse em organizar um evento durante o Alter-Fórum de Nice que preencham o formulário em nosso site.

Não hesite em nos contatar novamente se houve alguma questão ou se necessitar de mais informações:

Atenciosamente,

A Coalização Francesa G8G20 2011

enlace

 Plante-uma-árvore na Palestina



Parte da Campanha Pare o Fundo Nacional Judaico (FNJ), o Projeto Plante-uma-árvore na Palestina pretende contribuir com as atuais resistências dos palestinos para manterem e reconstruírem sua terra, providenciando recursos para vilas plantarem árvores nativas do ambiente natural da Palestina e de sua cultura agrícola.

A ação é organizada pela Aliança das Crianças do Oriente Médio (Middle East Children’s Alliance), a Campanha Popular Palestina Anti-Muro do Apartheid (Palestinian Grassroots Anti-Apartheid Wall Campaign), conhecida como Stop the Wall e o Sindicato do Fazendeiros Palestinos e a Rede Internacional Judaica Anti-Sionista.

“Não é possível substituir o que foi perdido quando as pessoas são removidas, quando a terra e um modo de vida são destruídos, oliveiras de mil anos são arrancadas do solo. A Palestina possui cidades com mais de dois mil anos de história e sítios históricos enterrados embaixo das florestas e parques plantadas pelo FNJ. Reconstruir e replantar são atos de resistência diários na Palestina”, divulgam os organizadores.

Com o tempo, o projeto será expandido para arrecadar fundos para jardins em escolas, parquinhos de crianças e espaços comunitários que o FNJ e o Estado de Israel também tentaram destruir.

Contribua com as manifestações de Nakba, em 2011, plantando uma árvore na Palestina.

Mais informações:acesse a web do FSM



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